A dúvida sobre a validade dos diplomas de quem frequenta um curso utilizando a Educação a Distância (Ead) é constantemente e erroneamente questionada. Esta frase é do ex-ministro da Educação e atual Presidente da Associação da Cadeia Produtiva de Educação a Distância (Aced), Carlos Alberto Chiarelli, que falou sobre um levantamento da Associação Brasileira de Estudantes de Ensino a Distância (Abe-Ead), que mostrou que cerca de 18 mil alunos de cursos de Ead de instituições particulares e públicas sofreram preconceito por terem optado por essa modalidade de ensino.
FALTA DE CONHECIMENTO
Para o ex-ministro, esses dados representam uma falta de conhecimento sobre o método. "Esse estudo mostrou uma realidade muito triste, para não dizer preconceituosa, uma vez que os cursos a distância, desde que reconhecidos e autorizados pelo Ministério da Educação (Mec), têm plena validade para todos os fins legais. Ou seja, desde que o aluno escolha uma instituição autorizada, o diploma deve gerar os mesmos efeitos de um curso realizado em uma instituição qualquer pelos métodos tradicionais, sem nenhuma vedação", explica.
Para o ex-ministro, esses dados representam uma falta de conhecimento sobre o método. "Esse estudo mostrou uma realidade muito triste, para não dizer preconceituosa, uma vez que os cursos a distância, desde que reconhecidos e autorizados pelo Ministério da Educação (Mec), têm plena validade para todos os fins legais. Ou seja, desde que o aluno escolha uma instituição autorizada, o diploma deve gerar os mesmos efeitos de um curso realizado em uma instituição qualquer pelos métodos tradicionais, sem nenhuma vedação", explica.
BOM SENSO
O presidente afirma que, graças ao bom senso, a não aceitação do diploma de alunos que cursaram a Ead vem caindo gradualmente. "Primeiro porque não faz nenhum sentido questionar uma das modalidades de ensino que mais cresce no país (existem hoje aproximadamente três milhões de alunos que optaram pelo Ensino a Distância). Segundo devido à eficácia da Ead, que tem como maior aliada a tecnologia, permitindo um acesso maior e mais qualificado do saber", diz.
QUALIDADE
O ex-ministro ainda destaca que a qualidade dos materiais e professores contratados para a Ead supera qualquer dúvida a respeito da metodologia, que socializa, de fato, o conhecimento. "Sem mencionar os valores acessíveis, o rendimento do aluno e o aproveitamento do conteúdo. Além disso, os estudantes que optam por essa metodologia possuem um grau maior de disciplina para poder aprender, fazendo os seus próprios horários de estudo. Por isso, não posso crer que ainda existam pessoas contra tal eficiência no ensino. Quanto mais acesso ao ensino, mais cidadãos se tornarão conscientes e ativos na sociedade. A Educação a Distância é válida e primordial para o país e é também, com certeza, uma grande aposta atual e, seguramente, para o futuro”, finaliza.
O QUE É
A ACED (Associação da Cadeia Produtiva de Educação a Distância) foi criada para abrigar as instituições que atuam nas áreas que participam do processo viabilização do sistema educativo a distância. O objetivo é alavancar, cada vez mais, as ações em prol da Educação a Distância (EAD). Informações adicionais podem ser buscadas no site www.aced.org.br.







